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PSP em asfixia e em rutura com o diretor

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PSP em asfixia e em rutura com o diretor

Só um cego, é que chega a esta conclusão hoje!
À tempos que pedimos mudanças na Direção da PSP!

PSP em asfixia acelerada e em rutura com o diretor Magina da Silva

Contam-se espingardas na PSP e já começam a perfilar-se alguns candidatos para substituir o diretor nacional, Magina da Silva, que está a ser visto, cada vez mais, interna e externamente, como um incómodo. Entre os candidatos está Paula Peneda, comandante da PSP do Porto, que se tornou esta semana a primeira mulher superintendente chefe. Mas o regresso de um civil ao comando pode não estar excluído.
"A PSP e o seu diretor nacional não têm estado bem. A PSP está a atravessar momentos difíceis, complexos e, mais grave, o diretor nacional não está à altura e o servilismo e resignação dos comandantes é gritante. Trabalho extraordinário, falta de atratividade, ausência de candidatos à PSP, dificílima gestão de meios, clima de medo impera", sintetiza Paulo Jorge Santos, presidente do sindicato mais representativo desta força de segurança, a Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP-PSP).
Desde que tomou posse, Manuel Magina da Silva, um dos mais brilhantes atiradores do Grupo de Operações Especiais (GOE), que comandou vários anos, protagonizou diversos casos incómodos para a Governo - o mais grave quando, à saída de uma audiência com o Presidente da República, revelou algum conteúdo da conversa privada e anunciou extemporaneamente que estava ser discutida a fusão do SEF com a PSP, o que nunca veio a acontecer, nem está previsto -- e foi perdendo a confiança de muitos oficiais de topo que partilharam com o DN o seu descontentamento, pedindo o anonimato.

"O diretor nacional isolou-se no alto do seu poder, deixou de ouvir e aceitar opiniões diferentes da sua e não percebeu o quanto a sua liderança está a arruinar a PSP. Entrou em autismo total. O seu Estado-Maior não funciona. Quebrou totalmente a coesão do efetivo.

"O diretor nacional isolou-se no alto do seu poder, deixou de ouvir e aceitar opiniões diferentes da sua e não percebeu o quanto a sua liderança está a arruinar a PSP. Entrou em autismo total. O seu Estado-Maior não funciona, não se falam entre eles. Quebrou totalmente a coesão do efetivo, não só entre oficiais e bases, como entre os próprios oficiais. Ninguém abre a boca nas reuniões de comandos porque não vale a pena. Impõe os seus pontos de vista e rapidamente diz "ponto final!" e isso quer dizer que nem vale a pena contrapor. Temos um barril e pólvora na PSP e está de tal forma que ninguém sabe quanto mais de aguenta. Se nada acontecer em breve, há o risco de debandada de muitos oficiais para a pré-aposentação. Estes 3 anos revelaram um claro erro de casting", desabafa um superintendente.
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Leia a notícia na integra em Diário de Notícias edição do dia 29-jun-2022

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